
Já conversamos aqui no blog antes sobre GEO e AEO, mas decidimos esperar até um momento oportuno para realmente focar em como produzir esse tipo de conteúdo.
E o momento oportuno chegou: o Google anunciou, no I/O 2026, que a era dos links azuis está oficialmente no fim. Fizemos um texto sobre essa mudança, acompanhando o evento, inclusive.
Até então, o Google vinha dando sinais de que bom SEO seria o suficiente para “rankear nas IAs” — entre parênteses porque não há realmente um sistema de rankings consistente.
Mas com essa mudança, vemos que o SEO tradicional, especialmente a forma com que a informação é apresentada, não é o suficiente.
É necessário mudar alguns pontos na estratégia, na estrutura do texto, na publicação e na divulgação.
Vamos conversar sobre o que exatamente muda, e como devem ser os novos textos sendo publicados para essa realidade. Vamos lá?
A mudança está vindo, e ainda é difícil decidir pelo melhor formato possível?

Não se preocupe: essa é a realidade da maioria das pessoas trabalhando com produção de conteúdo hoje, e pesquisando sobre GEO e AEO.
As duas siglas descrevem a mesma coisa, aliás. GEO é Generative Engine Optimization, enquando AEO é Answer Engine Optimization.
É uma diferença pequena: AEO está considerando o uso das IAs como motores de perguntas, colocando o usuário no centro da sigla. GEO coloca o motor como descritivo principal.
No fim das contas, as duas siglas, e todas as outras que vêm junto, têm a mesma função: determinar um formato de conteúdo que seja facilmente lido pelas IAs e que aumentem a possibilidade de citações e links diretos.
Hoje, há argumentos contra e à favor do GEO. Os contra vão para o lado de que não é possível garantir citações nas IAs, porque o sistema é imprevisível.
Enquanto isso, os argumentos à favor buscam dizer o contrário: se existe uma forma de rankear na IA, é o GEO. Ou ainda será, no futuro, e quem começa agora vai sair na frente.
Vamos analisar esses dois posicionamentos logo abaixo, e logo depois começar a conversar mesmo sobre as melhores práticas de GEO.
Acompanhe:
Argumentos contra o GEO
A maioria dos argumentos contra o GEO não são exatamente contra, no sentido de “não faça!”.
Na verdade, grande parte deles vem de um lugar mais real — ainda é muito cedo para definir formatos, e os formatos não estão sendo definidos de verdade, como dizem estar.
Separamos aqui 5 dos argumentos mais comuns:
- Nada de novo no front: o mais comum entre todos os argumentos é que não existe, de verdade, um GEO. Todas as práticas são similares às do SEO tradicional. Frequência de publicação, distribuição em múltiplos canais, conteúdo original etc.: tudo isso já era determinado pelo SEO desde 2010;
- Inconsistência: o SEO sempre funcionou porque o Google oferecia links ranqueados em SERPs relativamente estáveis para todos os usuários. A IA é bastante volátil. Em um texto aqui do blog, vimos que ela raramente entrega as mesmas recomendações para usuários diferentes, mesmo com o prompts iguais;
- Falta de evidência e métodos de controle: um grande problema do GEO é a dificuldade de mensuração dos resultados. Hoje, a única forma de analisar o sucesso da estratégia é analisando citações em plataformas de Social Listening;
- Poucas garantias das IAs: o SEO teve acompanhamento direto por liaisons do Google, que sempre buscaram entender, junto com os profissionais, os fatores de rankeamento. Em muitos casos, eles ajudavam pessoas individualmente durante sessões de Q&A ao final de seminários. Não há nenhum movimento similar por parte das IAs;
- Falta de métricas próprias: as únicas métricas possíveis de analisar hoje com as IAs são quantidade de citações (com alguns poucos avanços em relação ao contexto delas), quantidade de tráfego e conversões. Existem outras métricas derivadas dessas, mas elas já entram no território de SEO.
Esses são alguns dos problemas apresentados por profissionais de marketing fazendo a migração de GEO para SEO.
Mas a questão é que esses problemas não são universais. Existem argumentos que vão contra eles, e que realmente propõem algumas soluções.
Vamos entendê-los agora:
Argumentos à favor do GEO
Mesmo que não seja muito comum por enquanto, ainda é possível encontrar alguns cases de sucesso.
A Maximus Lab tem um texto com alguns dos seus cases, e é interessante lê-los para entender que a IA como apoio de conteúdo passa por outras questões que vão bem além do básico.
Os principais argumentos à favor do GEO são os seguintes:
- É o padrão do momento: esse é o argumento mais imbatível de todos. Com Core Update de 2026 e após os anúncios do Google I/O, fica claro que a IA é o foco total na transformação da Search. E o GEO propõe justamente a melhoria de posições e citações na IA;
- Não tem nada de misterioso: raramente você vai encontrar uma curva de aprendizado muito grande nas IAs. O conhecimento técnico não é complicado (o SEO técnico, por exemplo, é bem mais difícil de entender para leigos) e grande parte do trabalho de reconhecimento já está até pronto para quem faz SEO tradicional já há algum tempo;
- Ele deve ser feito junto com o SEO: um dos maiores argumentos contra o GEO é que ele elimina o SEO, que ainda é importante, da conversa. Muito pelo contrário. O próprio Google diz que bom SEO é bom GEO. Há diferenças, mas são estratégias complementares, não exclusivas;
- A search vai além das keywords: o que o Google está encerrando não é a era dos 10 links azuis, na verdade. É a era da pesquisa por palavras-chave. Ao invés de pesquisar com long-tails como sempre, as pessoas estão passando a conversar com o buscador. E o SEO busca otimizar principalmente para palavras-chave;
O maior argumento, e o mais incontestável, é que a IA já está aqui. As pessoas as usam para buscar e, com os novos movimentos do Google, isso provavelmente vai só se expandir mais.
Ou seja: o GEO é necessário. Da mesma forma que o SEO ainda também é. Mas nós já entendemos como o SEO funciona. E o GEO?
Vamos abrir essa discussão agora:
As quatro principais camadas do GEO — uma interpretação Adtail

Nosso compromisso no texto é apresentar soluções verdadeiras. Até porque ainda estamos testando métodos com nossos próprios clientes.
A tecnologia é nova demais para grandes definições de leis universais. O SEO tem várias dessas leis: alto volume de buscas + baixa concorrência = palavra-chave de valor, por exemplo.
Não há nada no GEO que sequer se aproxime da precisão dessa equação do SEO, que foi replicada com sucesso por centenas de milhares de marcas no mundo.
Mas uma dessas leis vai estar entre os pontos que estamos investigando logo abaixo. Só precisamos descobrir qual deles.
Veja a lista:
Lista das quatro camadas do GEO e o que vamos analisar
- Camada Discovery: relacionado com a redação do texto e os recursos presentes nele. Aqui estamos tratando de qualquer tipo de texto que sua marca produz, desde página de Quem Somos até posts nas redes sociais. O resultado esperado e principal KPI hoje é a frequência de citações nas IAs;
- Camada técnica: relacionada com detalhes de publicação de páginas. É onde vamos entrar em detalhes sobre o schema, focando em entidades: definição, atribuição, e relacionamentos entre elas. Extremamente importante para e-commerces;
- Camada publish e outreach: além da página. Relacionado com autoridade sobre o tópico, reconhecimento de marca e associação da sua voz como relevante no setor. Fundamental para migração de modelos de alto tráfego orgânico com SEO tradicional para dominância nas citações de IAs;
- Camada Analytics e Growth: como fazer a mensuração de resultados, com sugestão de métricas e KPIs. Qual deve ser o seu comportamento de análise. Como fazer ajustes à estratégia. Como ampliá-la. Como replicar resultados (é possível?);
Vamos lá:
Nós deveríamos estar focando mais em Outreach

Precisamos fazer um desvio rápido da estrutura tradicional clássica desse texto, porque esse é provavelmente o assunto mais importante quando falamos de GEO.
A Inteligência Artificial é um chatbot de conteúdo. As regras que definem o conteúdo definem as respostas da IA. A regra número 1 é: o conteúdo é como a marca conversa sobre si e sobre seu segmento.
Se você é uma revendedora de concreto e está produzindo conteúdo na sua região sobre sua realidade, suas entregas, seu mercado, dúvidas comuns sobre a revenda, etc., a IA vai naturalmente gravitar em sua direção em citações específicas, locais.
Mas da mesma forma que grandes marcas e produtoras de conteúdo têm mais sucesso no Google em palavras-chave amplas de Discovery, elas também terão vantagem nas citações de IA e GEO.
Isso é natural. E não é uma relação direta entre ranking no Google e quantidade de citações de qualidade na IA. A relação entre os dois é bem tênue.
A ideia é que a marca é reconhecida no grande ecossistema da Internet no geral. Ela é uma entidade.
Entendendo a entidadezação das marcas em diferentes níveis
Se você perguntar à IA qual é a maior autoridade sobre concreto no Brasil hoje, suas fontes são totalmente voltadas para pesquisadores acadêmicos, grandes arquitetos e grandes engenheiros.
Não há nenhuma marca mencionada e é extremamente provável que nunca haverá a menção de nenhuma marca para esse prompt.
Há um prejuízo de tráfego aqui: um escritório de arquitetura poderia dominar essa palavra-chave no Google e levar tráfego Topo de Funil para o site. Esse tráfego geral e informacional não volta mais. Ele agora é do Google e das IAs.
Porém, se você pedir dez escritórios de arquitetura na região do ABC Paulista com foco em concreto, a resposta apresentará entidades relevantes para o contexto.
E a sua marca, que está nessa realidade, tem chances muito maiores de ser mencionada do que qualquer outro escritório em qualquer lugar do Brasil, mesmo que eles sejam melhores, maiores e operando há mais tempo no mercado.
A questão principal, e o que faz a queda de tráfego que mencionamos ser mais ou menos mitigada, é que o usuário conversando com a IA entende isso.
Ele sabe que quanto mais específico for seu prompt, melhores serão os resultados. As alucinações diminuem, e a qualidade da conversão aumenta.
O valor da sua marca como entidade é contextual, e o contexto determina seu valor
Talvez essa seja a primeira candidata à Lei de GEO do texto, mas você vai entender que a “Lei” na verdade é uma expressão de lógicas do mercado digital. E lógicas de conteúdo.
Pensando na sua marca como uma entidade dentro da IA, há várias escalas que determinam a probabilidade dela ser citada. É o caso do concreto no ABC Paulista.
Essa mesma escala também vem demonstrando relação com a qualidade da conversão. Em contextos de alta precisão da sua entidade com o contexto do prompt, os cliques gerados são conversões já qualificadas.
Já que está com cara de Lei de GEO, podemos representar esse axioma até com uma equação:

Claro: não há nem como medir isso com números naturais porque eles não existem. E também não temos cases nem estudos de caso para comprovar isso. É só o que o GEO vem se mostrando ser.
E essa característica não é axiomática do GEO em si. É só a expressão de outro axioma mais antigo, a própria expressão da ideia de qualificação.
Outros exemplos dela na prática:
- SEO gera leads mais qualificados quando há alinhamento entre intenção de busca e conteúdo;
- Mídia paga funciona melhor quando há alinhamento entre anúncio e intenção;
- E-mail marketing funciona melhor quando há alinhamento entre mensagem e estágio do lead;
- Vendas funciona melhor quando há alinhamento entre proposta e necessidade.
Agora que entendemos esses pontos teóricos sobre o que é Publish e Outreach na era da IA, vamos para um guia mais prático:
As práticas de GEO em Publish e Outreach hoje
Também há algumas velhas conhecidas práticas de Outreach entre o que vamos ver aqui.
Quase nenhuma das táticas de Publish e Outreach associadas ao GEO foi criada para GEO. O que mudou foi a interpretação do seu valor.
Em vez de servirem apenas para gerar backlinks ou awareness, elas passaram a ser vistas como formas de aumentar a presença de uma entidade dentro do ecossistema de informação utilizado pelas IAs.
Quando dizem que o GEO é o SEO, é preciso pensar com essa ressalva. Ele é sim o SEO por aproveitar suas estruturas, sinais e o conteúdo. Mas ele é uma outra interpretação.
Veja o quadro:
Ainda nesse sentimento de similaridade, mas com uma interpretação nova, vamos conversar melhor sobre a própria redação?
Camada Discovery — ajustes textuais e editoriais para ser reconhecido como fonte pelas IAs

Um ponto importante de entender, e que guia todo o pensamento sobre o que estamos conversando aqui, é que não deixou de ser impossível ser referência em conteúdo e Topo de Funil mesmo com a IA condensando as respostas e tomando a autoria para si.
Os prompts são extremamente variados, e a maior confusão vem justamente de não ser possível medir o que as pessoas estão conversando com a IA, e portanto, onde há oportunidades.
Qualquer marca hoje teria dificuldades em competir com gigantes no mercado para palavras-chave informacionais no Google.
Marcas menores crescem a longo prazo dominando nichos e se aproveitando de falhas de cobertura no ecossistema da search, identificadas por pesquisas de palavras-chave.
Hoje, não existe um método confiável e escalável para identificar lacunas de demanda em IAs da mesma forma que fazemos com SEO.
O que existe é:
- A possibilidade de mensurar suas menções na IA;
- A otimização do conteúdo para ele ser melhor entendido pela IA;
- A apresentação do seu conteúdo pós-clique;
O segundo ponto é o que entra em maiores polêmicas. Vamos começar por ele, seguir para o último, e depois voltar para o primeiro.
Otimização do conteúdo
Há uma polêmica ao redor da otimização do conteúdo, muito por um mal entendido do que o Google quer dizer quando ele diz coisas como “bom SEO é bom GEO”.
Temos um texto que trata justamente disso, oferecendo uma terceira perspectiva: o fim dos rótulos. Acesse:
➡️ John Muller sobre SEO: "a realidade importa mais que os rótulos"
Há quem diga que não há muito o que você pode fazer em relação à otimização do conteúdo para IAs. O trabalho é irrelevante e GEO é buzzword.
Por outro lado, há quem diga que a otimização é fundamental para ser citado por IAs, e quem não está otimizando está perdendo espaço.
Sugiro, para você, uma abordagem diferente: o ceticismo cauteloso. As otimizações não são extensas, redatores a tiram de letra. Aplicar não dói.
Se der errado, o máximo que você perde é tempo de leitura em tráfego orgânico, e o próprio tráfego orgânico já está em queda.
Veja o quadro no item abaixo:
Lista de otimizações on-page para GEO
Apresentação pós-clique — um argumento a favor da Pillar Page
Agora um pouco mais sobre formato. Estamos nos aproximando de outra candidata a Lei de GEO: pillar pages são mais interessantes para a estratégia do que content dumping e keyword stuffing.
A pillar page vem se tornando central nas discussões sobre GEO porque elas conseguem juntar o melhor de dois mundos.
Ela facilita a escaneabilidade das IAs por serem construídas com esses parâmetros que determinamos logo acima em mente.
E além disso, sua construção mais competitiva, interativa e interessante estimula a conversão muito mais do que uma página básica, do blog ou de categoria, no caso do e-commerce.
Elas também surgem como protagonistas naturais na mudança de SEO para GEO. A ideia do SEO é produzir uma grande quantidade de conteúdo para brigar por bons posicionamentos em várias SERPs.
Textos são organizados em clusters que, juntos, têm maiores chances de aparecer para palavras-chave relacionadas.
A pillar page completa, na era da IA, já cumpre esse papel muito bem. Não é mais necessário produzir uma grande quantidade de textos para ser citado.
E, ao mesmo tempo, é muito melhor que a IA linque uma pillar page do que uma página simples do blog.
Como mensurar tráfego vindo de IAs em 2026
A mensuração é uma das áreas menos maduras do GEO atualmente. Diferente do SEO tradicional, não existe um equivalente ao Google Search Console para plataformas de IA.
Não sabemos exatamente quais prompts foram utilizados pelos usuários, quantas vezes uma marca apareceu em respostas ou qual foi sua participação real nas conversas.
Isso significa que a mensuração depende de sinais indiretos.
A primeira camada é o tráfego. Ferramentas como Google Analytics 4 permitem identificar visitas provenientes de plataformas como ChatGPT, Gemini, Perplexity e outros sistemas que enviam usuários para sites externos.
Embora nem todas as visitas sejam registradas corretamente, já é possível acompanhar sessões, páginas visitadas, engajamento e conversões originadas desses ambientes.
As IAs já adicionam UTMs específicos para facilitar no Looker Studio.
A segunda camada é a visibilidade. Nos últimos anos surgiram ferramentas especializadas em GEO que monitoram conjuntos de prompts e verificam quais marcas aparecem nas respostas das IAs.
Existe, porém, uma ressalva importante: essas plataformas trabalham com amostras de prompts simulados. Nenhuma delas possui acesso aos dados internos dos modelos.
Conversamos mais sobre esse assunto no nosso texto dedicado ao tema. Acesse:
➡️ O que é e como começar a fazer social listening
Camada schema

O SEO se apoiava bastante no próprio Google em relação à otimização para snippets, como o de posição 0, FAQ, etc.
Marcas excelentes em SEO configuravam e ainda configuram as marcações schema para garantir maior posicionamento nesses recursos, mas muitas marcas que não investiam nessas configurações apareciam do mesmo jeito.
Aliás, é assim até hoje.
Nas IAs isso fica um pouco mais urgente, especialmente para e-commerces. A camada schema aqui vem sendo bastante discutida como um dos essenciais do GEO.
Diferente de praticamente todas as outras recomendações de GEO, a camada schema não depende de interpretação humana.
Ela é provavelmente a principal aposta no nosso concurso de Lei de GEO, não tanto por ter resultados comprovados e garantidos, mas porque foi criada exatamente para resolver um problema que as IAs também precisam resolver.
Elas precisam transformar informações dispersas em estruturas compreensíveis por máquinas. E a forma que temos para fazer isso é via schema.
Se a camada Discovery tenta explicar para a IA quem você é através do conteúdo, a camada schema tenta fazer a mesma coisa através da estrutura dos dados.
Vamos analisar o schema em duas frentes principais:
- Páginas comuns: como a camada schema deve se comportar no site inteiro, para que ele seja encontrado e citado com facilidade;
- Páginas de produtos em e-commerces: como ela precisa ser configurada para que a IA tenha mais facilidade em reconhecer seu produto e falar sobre sua loja;
Acompanhe:
Como adicionar schema ao seu site pela primeira vez
Se a expressão "schema" parece técnica demais, pense nela como uma ficha de identificação anexada ao conteúdo.
Enquanto o usuário enxerga textos, imagens e botões, o schema fornece uma versão organizada dessas informações para mecanismos de busca e sistemas de IA.
Para começar:
- Abra uma página importante do seu site, como a página inicial, uma página de produto ou um artigo do blog;
- Verifique se seu CMS possui recursos nativos de schema. Plataformas como WordPress, Shopify e diversas ferramentas de e-commerce já incluem esse recurso por padrão ou através de plugins;
- Caso utilize WordPress, instale um plugin de SEO que permita configurar dados estruturados. Os mais conhecidos já possuem campos específicos para empresa, autores, artigos, produtos e FAQs;
- Preencha as informações básicas da empresa, incluindo nome oficial, site, logo, redes sociais e área de atuação;
- Configure os autores dos artigos, informando nome, cargo e descrição profissional;
- Nas páginas de produto, preencha corretamente preço, disponibilidade, marca, categoria e avaliações;
- Nas páginas de FAQ, utilize módulos específicos de perguntas e respostas em vez de apenas escrever as perguntas em texto corrido;
- Após publicar as alterações, utilize uma ferramenta de validação de dados estruturados para verificar se as marcações estão sendo reconhecidas corretamente.
Para quem está começando, a melhor estratégia não é tentar implementar todos os schemas disponíveis. O ideal é começar pelos mais relevantes para o negócio:
- Organization para a empresa;
- Article para conteúdos;
- Person para autores;
- FAQPage para perguntas frequentes;
- Product para páginas de produto;
- LocalBusiness para negócios locais.
Isso já cobre grande parte dos sinais estruturados discutidos atualmente em GEO.
Tabela de schema para páginas comuns
Tabela de schema para páginas de produto
Growth — conversa para o futuro?
Agora, a maior preocupação das empresas que estão adotando IA está indo para o retorno do investimento.
Tudo isso que conversamos até agora pode ser resolvido com um time pequeno e uma equipe integrada com IA voltada para:
- Criar e aplicar guias de redação;
- Focar em novos formatos e busca de outreach;
- Fazer ajustes técnicos e criar páginas competitivas na IA;
- Gerar valor a partir dessas ações;
A última parte é a mais importante. O Growth entra justamente nessa parte.
Tudo o que conversamos aqui é aplicação básica. Com esse time reduzido, é possível arrumar a casa e deixar tudo pronto para o verdadeiro trabalho.
A questão é que esse verdadeiro trabalho ainda está sendo discutido. É aqui que entra a necessidade pelas Leis de GEO. É complicado escalar agora sem saber qual será o resultado e o esforço necessário.
Sem saber muito bem até se essas estratégias que elencamos, e que estamos usando hoje, realmente são as leis do GEO.
A verdade mesmo é que a cada dia que passa na era pós-IA, mais vai ficando aparente que o GEO não tem “regras”.
Ele tem padrões mínimos e uma dose gigantesca de leitura de mercado. Temos uma última sugestão de texto aqui no blog para continuar essa conversa. Acompanhe logo abaixo e obrigado pela leitura!
➡️ Positionless marketing? Veja a verdadeira transformação da IA em empresas
Posts recentes
Nosso blog tem conteúdos semanais feitos por especialistas

Google I/O 2026: as 7 principais mudanças da busca em 2026

Positionless marketing? Veja a verdadeira transformação da IA em empresas

Métricas de IA para negócios - onde deve estar o foco
Torne seu marketing digital mais estratégico
Agende uma conversa e receba o contato da nossa equipe. Temos um time de especialistas em desenvolver soluções e entregar resultados.